segunda-feira, 2 de março de 2009

Aprendizagem enquanto motor de regeneração local e nacional





Num mercado super competitivo facilitar e aplicar o acesso à aprendizagem ao longo da vida é um desafio que marca um novo padrão educativo a seguir, tendo em vista a possibilidade de uma transição bem sucedida para a economia e para uma sociedade assente no conhecimento.
A maioria das pessoas considera conhecimento e aptidão a mesma coisa mas na realidade, conhecimento e aptidão são muito diferentes sendo que ao mesmo tempo, são complementos um do outro
O que as pessoas precisam é de atitude.
Ao aprender o indivíduo acrescenta aos conhecimentos que possui novos conhecimentos, fazendo ligações àquelas já existentes.
E durante o percurso educativo tem a possibilidade de adquirir uma estrutura cognitiva clara, estável e organizada de forma adequada, tendo a vantagem de poder consolidar conhecimentos novos, de forma a poder competir numa sociedade mais instrutiva e inovadora.
O que a sociedade espera hoje é uma escola capaz de formar cidadãos para um mundo globalizado, mais complexo, mais veloz e mais competitivo.Para que uma escola possa formar homens e mulheres de bem, ela terá que estar munida de uma boa infra-estrutura e de bons profissionais, comprometidos em contribuir de forma eficaz e significativa para com esta mudança.
A chave do sucesso, neste século XXI, será daqueles que tem a capacidade de renovação do conhecimento, da adaptabilidade, da criatividade e da inovação, senão só resta a exclusão social.
As Tecnologias da Informação e da Comunicação são, ao mesmo tempo, a manifestação mais óbvia de confronto dos tempos modernos, derivado a esta mutação verifica-se que o ensino à distância tem ganhos novos adeptos que possibilita maior flexibilidade ao aluno na organização do tempo de estudo, o que reflecte na qualidade do ensino e da aprendizagem. Dai ser cada vez mais comum esta prática.
A sociedade tem que assumir que a educação é um objectivo estratégico que diz respeito a todos e que este fenómeno como o insucesso e o abandono escolar não podem continuar a ser resolvidos pela máxima: «Se não dá na Escola, vai trabalhar.»Dai a máxima “EDUCAÇÃO PARA TODOS E DE TODOS”, pois, este esforço tem que ser colectivo.

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