segunda-feira, 30 de março de 2009

História sobre quatro rodas

História sobre quatro rodas
Data de 1769 o primeiro veículo prático, construído pelo francês Nicolas Cugnot. Apesar de rudimentar era o mais viável experimento desse tipo até então. Funcionando a vapor, possuía duas rodas traseiras e uma dianteira, sobre a qual estava localizada a caldeira que produzia o vapor que impulsionava o veículo para frente. A velocidade era de apenas 4 quilómetros horários e a cada trinta metros o veículo devia deter-se para produzir mais vapor. Cugnot construiu um segundo modelo no ano seguinte e esse encontra-se até hoje preservado no Conservatório de Artes e Ofícios de Paris
O automóvel tal qual conhecemos hoje surgiu no final do século XIX, mas os experimentos e a construção de protótipos de veículos de autopropulsão, utilizando desde vapor a motor à explosão, começaram bem antes. Diversos modelos entraram para a história, como o T de Henry Ford, o Cadillac, o Rolls Royce, as Mercedes-Benz e o Fusca. O que antes era excentricidade ou privilégio de poucos hoje é peça fundamental na manutenção das grandes cidades, o automóvel tornou-se, ao longodo último século,mais que um ícone do progresso uma paixão de muitos.



O 1º AUTOMÓVEL DO MUNDO
É ainda hoje complicado definir qual o primeiro automóvel (estrutura móvel autónoma) nascida nos “fins dos fins” do Século XIX, pois ainda existem desacordos entre quem validou a primeira patente e quem realmente criou o primeiro carro. Contudo está confirmado e assinado, com consentimento de especialistas, que o primeiro carro nasceu em 1886. Nas instalações pré-automoveis de Gottlieb Daimler e Wilhelm Maybach. Estes constroem o primeiro modelo, mas no mesmo ano, quem regista a patente do primeiro automóvel do mundo é Karl Benz, um outro alemão que desde miúdo assustou a professora da escola ao dizer: “Sonho com um veículo que se mova com um motor próprio, como uma locomotiva, que não ande sobre carris, mas em qualquer estrada, tal como uma carruagem”.
Assim sendo, já não existem duvidas, que o automóvel nasceu na Alemanha.

1º Automóvel do mundo patenteado, criado por Karl Benz



Como os carros eram inseguros, caros, sem garantia de funcionamento contínuo e de difícil manutenção, este tipo de transporte demorou um pouco a ser aceito. Eram visto antes como instrumento desportivo - o automobilismo - do que como carro de passeio ou serviço. As condições das estradas e ruas urbanas também eram péssimas, totalmente inapropriadas para a circulação dos veículos que tinhas de disputar com galinhas autocarros e charretes.






A indústria automóvel
A produção em série, porém, foi o que tornou o carro um bem acessível. Esse era o sonho de Henry Ford, que tinha a visão do automóvel como um meio de transporte barato, útil, prático e sobretudo seguro. Tudo isso só foi possível graças ao uso de dois fatores: peças intercambiáveis, que deveriam ser idênticas, e montagem progressiva. O primeiro carro de Ford, construído em 1896 com motor de dois cilindros e quatro tempos, andava até 100km com apenas 12 litros de gasolina, usando rodas de bicicletas com pneus de borracha. Henry Ford construiu ainda modelos de corrida que eram dirigidos por ele mesmo. Considerado o carro universal, o modelo T de Ford, foi lançado em 1908. Era resistente, barato e cumpriu seu objectivo inicial: popularizar o uso do automóvel - vendeu cerca de 15 milhões de unidades até o anode 1927, quando deixou de ser fabricado.

O automóvel actual
Chevrolet Volt
Hoje em dia, os carros híbridos são um compromisso. Quando o motor eléctrico não tem energia suficiente, acciona o motor a gasolina que recarrega a bateria.Os nossos designers tiveram uma visão mais radical. Se um motor suplente só for utilizado para carregar o dispositivo de combustível eléctrico pode aumentar a resistência ao mesmo tempo que reduz emissões de Co2. E foi assim que nasceu a ideia do Volt.
O poder de escolha
Completamente carregada, a célula de combustível do Volt faz 100 Km e devolve uma economia de 1.6 litros por 100 Km. Se precisar de ir mais longe, ou se esquecer de carregar o carro durante a noite, o motor suplente entra em acção. Graças a uma tecnologia chamada E-Flex, o motor suplente pode ser carregado com etanol, diesel, bio-diesel ou gasolina. Assim pode escolher, facilmentecombustível mais ecológico e perto de si. Este mecanismo aumenta a resistência do Volt para os incríveis 1,030 km.


O Seat Ibisa

A traseira, com os seus farolins com elementos redondos, é a parte mais original e agressiva do novo Ibiza
Quanto a equipamento e preços, ainda é cedo para saber o que estará reservado para o mercado nacional, mas é seguro que existirão três níveis de acabamento: Passion, Signo e Sport. Elementos pouco vulgares a este nível, como sistema de navegação, faróis de Xénon, controlo de tracção, controlo electrónico de estabilidade, cruise-control ou ar condicionado automático estarão disponíveis, de série ou em opção, consoante as versões e mercados. Os airbags frontais são de série em todas as versões, os airbags laterais e o ABS só o não serão nas variantes mais acessíveis, os airbags de cortina, para protecção da cabeça, serão disponibilizados logo que o mercado assim
o requeira.

Quanto a motores, o novo Ibiza vai propor opções para todos os gostos. Duas unidades a gasolina, ambas com 4 válvulas por cilindro: 3 cilindros de 1,2 litros e 64 cv e 4 cilindros de 1,4 litros, nas versões de 75 e 100 cv. Entre os Diesel, a oferta começará por ser composta pelo 1.9 TDi, nas versões de 100 e 130 cv, mas, o mais tardar em Junho, chegará o conhecido tricilíndrico 1.4 TDi de 75 cv, especialmente apetecível para Portugal.

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